sábado, 17 de março de 2018

O Problema de Alimentar os Pombos



Símbolos da paz e presença garantida na maioria das pracinhas do país. Já sabe de quem estamos falando? São os pombos, pássaros que têm uma população extremamente alta e podem transmitir doenças através de piolhos, fungos e bactérias presentes em suas fezes e que podem ser aspirados por nós. Mas como se livrar desta praga urbana?
Os pombos estão em todo lugar, nas menores e nas maiores cidades do mundo. Eles andam pelas praças, pelas ruas residenciais e fazem ninhos nos telhados. Esses animais já fazem parte da paisagem de praticamente todo lugar. E é por isso que devemos ter tanto cuidado quando tratamos destas aves.
Apesar de sua grande população, os pombos são considerados animais domésticos pela Constituição Federal e são protegidos. A Lei 9605, (de 12/02/1998) determina que maltratar, ferir ou matar estes animais seja crime ambiental e a pena pode variar de multas até cinco anos de reclusão.
Os pombos podem transmitir mais de 50 doenças, segundo o Ministério da Saúde. A maioria delas, como a salmonelose, a criptococose, a histoplasmose, ornitose e a meningite, podem ser provocados, principalmente, pela inalação de fungos e bactérias que saem destes pássaros e de suas fezes secas.
Para reduzir o número de indivíduos, a solução mais efetiva é diminuir a oferta de alimento e abrigo, fatores que possibilitam a sobrevivência destes pássaros. “Os pombos encontraram nas cidades, uma grande quantidade de comida. E conseguem construir seus ninhos com muita facilidade em forros de casas, nos vãos de ar condicionado e em prédios e outros lugares.
Existem peças de silicone que podem ser instaladas em ambientes onde os pássaros geralmente constroem seus ninhos. As peças não os machucam, mas incomodam bastante, dificultando a permanência naquele local. Outras soluções podem ser utilizadas, visando bloquear o acesso ou repelir estes animais, como telas, fios de aço ou outros aparelhos que possam refletir a luz do sol, desorientando os pombos e evitando que eles pousem no local.
Outra forma de evitar que estes pássaros se proliferem é reduzir a disponibilidade de alimentos. Em uma cidade do interior de São Paulo, uma lei municipal autorizou fiscais a multarem pessoas que alimentarem os pombos nas praças da cidade. A taxa, no município, pode chegar a R$480,00.

Os pombos são vetores de diversas doenças graves que acometem os seres humanos. Vem daí o grande problema em alimentá-los, viabilizando que se estabeleçam no local, continuando a ser um perigo. Quando colocamos um freio na atenção dada aos pombos e não os alimentamos, torna-se mais fácil o controle do tamanho de sua população. Sendo um transmissor de mais de 20 doenças incluindo a criptococose, também pode-se acionar uma dedetizadora de confiança que trabalhe com o manejo de aves. A técnica permite, com responsabilidade, repelir os pombos e fazer com que eles não voltem a se restabelecer no local.



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