domingo, 11 de fevereiro de 2018

Dedetização nas residências ou no condomínio



A dedetização é recomendada para que se previna o aparecimento de pragas urbanas, mas, especialmente nas residências, o serviço só é contratado quando os insetos já infestam os ambientes.

Baratas, formigas, cupins e ratos são as pragas mais encontradas em residências. Para a dedetização é necessário a contratação de uma empresa especializada, que proteja sua família das pragas e que preserva a saúde do ambiente.

No caso dos condomínios, em que as áreas comuns acabam por não ter uma inspeção tão regular quando a sala de casa, é importante que seja feita uma dedetização preventiva a cada seis meses. Além, é claro, de manter o ambiente sempre limpo, livre de lixo e acúmulo de “bagulhos”, como madeira ou objetos velhos encostados em algum lugar.

As áreas comuns sendo dedetizadas podem fazer com que as pragas procurem abrigos dentro dos apartamentos, ou vice e versa. Por esse motivo, é importante que os condôminos sigam a mesma periodicidade para a dedetização das residências.

Voltando à higiene, é imprescindível que as lixeiras dos edifícios sejam esvaziadas com frequência e o material orgânico seja armazenado em sacos plásticos muito bem fechados. Caso contrário, não há dedetização que dê jeito.

Especialistas recomendam que as pessoas evitem deixar lixo aberto dentro de casa durante a noite. Uma vez que os insetos têm hábitos noturnos, é melhor não facilitar que se aproximem da pia, por exemplo, justamente nesse horário, atraídos pela comida fácil.

Com essas dicas, o condomínio e a casa podem ficar livres de baratas e ratos por longos períodos.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Limpeza da Caixa de Água e Seus Beneficios


A caixa d’água é um dos lugares mais importantes da casa e até de empresas pois é de lá que vem nosso consumo. Muitas residências utilizam a água proveniente desse reservatório para cozinhar alimentos, beber e tomar banho. Dado este aspecto imprescindível, torna-se prudente prestar atenção à limpeza de caixa d’água e à frequência que isso ocorre.
Caixa d’água limpa, saúde preservada. Aquelas que não são adequadamente limpas podem trazer vários males à saúde. Quando o receptáculo não é vedado de forma segura, há riscos iminentes de entrar bichos como pássaros, ratos, pombos e morcegos. Lembrando que após adentrarem ao recinto, os animais não conseguem sair. Ligado a isso está a contaminação da água pelo contato dos bichos e depois pelo processo de putrefação dos mesmos, tornando-a absolutamente imprópria para qualquer tipo de consumo.
Além disso, a sujeira que surge após um determinado tempo sem a limpeza da caixa d’água também é outro agravante. Em alguns reservatórios podemos ver aquela camada de areia no fundo. Às vezes é possível perceber pela cor turva da água que sai das torneiras e até mesmo algum gosto diferente do habitual, um pouco mais forte.
É preciso ficar atento com as casas de veraneio ou locais que recebem visitantes de forma esporádica como sítios e chácaras. Como o consumo não é muito frequente nestes imóveis, a limpeza de caixa d’água acaba sendo esquecida pelos moradores ou zeladores. Se a casa for, por exemplo, mais velha e a caixa d’água também, o risco de a tampa estar rachada ou até mesmo fora do lugar é grande.
Recomenda-se que a limpeza de caixa d’água deva ser efetuada a cada seis meses e a contratação de uma equipe especializada faz toda diferença na hora de cuidar do receptáculo. Os benefícios de uma caixa d’água limpa são vários, principalmente para a saúde de quem consome. Lembre-se: caixa d’água limpa, saúde preservada. Entre em contato com a Potiguar Serviços para agendar uma visita.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Como realizar a carga de gás no ar-condicionado Split


Todo bom profissional técnico de ar-condicionado que se preze sabe que existem boas práticas que são essenciais para uma instalação e manutenção qualificada. Desde o planejamento até a execução da operação – entre outros procedimentos – cada passo deve ser muito bem elaborado, e pensando nessa necessidade hoje vamos falar sobre como realizar a carga de gás refrigerante nos modelos Split.
Para isso, consultamos o Manual de Boas Práticas do Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs, que orienta sobre a prevenção de vazamentos e consequentemente ajuda a preservar a camada de ozônio ao incentivar atitudes sustentáveis.
Antes de começar o procedimento que irá ser apresentado no passo a passo a seguir, vale lembrar a importância de realizar um bom vácuo no sistema, para que assim os gases não condensáveis e a umidade sejam removidos e a carga possa então ser iniciada. Verifique também a quantidade de gás que deve ir na carga do aparelho. Vejamos:
Passo a passo da carga de gás no ar-condicionado Split
1. Em vácuo, abra a válvula do manifold para o cilindro de carga do fluído refrigerante e realize vácuo nessa mangueira através de T com válvula globo ou conexão extra no próprio manifold (quatro pontas);
2. Realize uma carga inicial no sistema. Se a carga for feita com líquido, deverá ser feita pela linha de líquido. No caso da carga pela linha de sucção, verifique se não há líquido na linha de sucção com o par pressão/temperatura na saturação. A temperatura da linha de sucção e do compressor deverá ser maior do que o valor saturado correspondente à pressão medida. É indicado que a carga seja feita com a utilização de uma balança de precisão;

3. No caso da carga de gás refrigerante ser conhecida, quando atingir o valor desejado, interrompa o processo fechando as válvulas da garrafa de carga e do manifold. No caso de não conhecer a carga correta total, faça uma estimativa pelo tamanho e capacidade da unidade de refrigeração, carregue com 50 a 70% deste valor, ligue o sistema e sempre monitore o acréscimo da carga por meio de manômetros, balança, temperatura, corrente elétrica, superaquecimento e sub-resfriamento.
Cuidados ao dar carga de gás no ar-condicionado
• A corrente elétrica do compressor depende de múltiplas variáveis, como a pressão de sucção e de descarga e essas das temperaturas da câmara e do ar externo de condensação, portanto, não é um valor confiável;
• O sub-resfriamento da linha de líquido e superaquecimento da linha de sucção só podem ser utilizados em sistemas com válvula de expansão termostática. Não devem ser usados como referência em unidades com capilar, por exemplo;
• O ideal é conhecer a folha de dados do equipamento com os seus parâmetros de operação e comparar com os valores reais de funcionamento.
• Se houver vazamento do fluido (veja aqui um vídeo de como detectar), é necessário o recolhimento de todo esse gás restante do sistema antes de realizar as atividades de manutenção e reparo. Essa é a única maneira de saber a carga exata contida no sistema. Não há como saber a quantidade que vazou. Por isso recomenda-se medir a quantidade de fluido recolhida e verificar na placa de identificação do aparelho e no manual do fabricante a quantidade exata de gás necessária para completar a carga, evitando desta forma uma carga em excesso.

Agora que você entende melhor como realizar a carga de gás em um ar-condicionado Split, compartilhe com os amigos que têm dúvidas e ajude a espalhar boas práticas entre o setor.
Em todo caso se você não é um profissional da área não tente realizar o procedimento sozinho e procure uma empresa qualificada para fazer isso por você.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Comércio de ar-condicionado deve crescer 20%


As vendas de sistemas de climatização devem crescer cerca 20% em 2018, em relação ao ano passado. A previsão é da Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (Asbrav).
Na avaliação do presidente da entidade, Eduardo Hugo Müller, a estimativa sobre o comércio de ar-condicionado traz novo ânimo para o a indústria, que registrou forte retração no ano passado e em 2015.
“É um aumento importante, ainda mais depois de dois anos difíceis para o setor”, disse o executivo num comunicado distribuído à imprensa hoje.
“O aumento da procura mostra que os consumidores voltaram a investir em conforto, depois de um período de recessão, em que as pessoas estavam evitando qualquer gasto fora do orçamento”, acrescentou.
O levantamento da Asbrav revela que os aparelhos do tipo split lideram a procura nas lojas. A entidade aconselha que os consumidores busquem empresas e refrigeristas com qualificação comprovada, para evitar erros na instalação e problemas técnicos durante o uso do ar-condicionado.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Dengue


Atualmente, a dengue é a mais temida doença transmitida por vetores nas Américas. É uma ameaça à saúde de milhões de pessoas que vivem em áreas urbanas, onde vive o seu vetor biológico, que é o mosquito Aedes aegypti. Assim, não é possível transmitir dengue por contato físico, secreções, alimentos ou qualquer outra forma além da picada do mosquito Aedes aegypti.

A complexa relação entre as variáveis climáticas, abundância do mosquito, densidade de hospedeiros humanos e sorotipos virais definem a heterogeneidade da transmissão da doença.

 O Mosquito Aedes aegypti se reproduz quando as fêmeas colocam ovos na parede de recipientes artificiais e reservatórios pequenos e as larvas eclodem em contato com a água. Quando a fêmea do mosquito está infectada, seus ovos podem conter larvas que já carregam o vírus da dengue e, assim, gerar mosquitos capazes de continuar a transmissão da doença para a população.

Para que o processo de reprodução ocorra, é necessário o amadurecimento dos ovários das fêmeas, que se dá quando estas conseguem uma alimentação sanguínea. Depois de fertilizadas pelos machos, fazem a postura de ovos e são necessários, em média, sete dias após a fêmea colocar os ovos, para o desenvolvimento das larvas. Este tempo pode variar de acordo com fatores como temperatura e quantidade de matéria orgânica disponível na água que está em contato com a larva.

Quando os ovos não entram em contato com a água parada para que as larvas eclodam, estes permanecem embrionados e sem eclodir nos recipientes onde foram colocados mesmo quando são transportados, como no caso de pneus. Nessa forma latente, podem ficar várias semanas e assim viajar na forma de uma dispersão passiva, feita pelo homem.


sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Descupinização | Cupim




Descupinização
Descupinização ou Dedetização de Cupim é a ação contra os cupins, veja abaixo os tipos de descupinização, e os produtos utilizados.
Os cupins pertencem à ordem Isoptera, e são considerados insetos sociais, pois são formadores de colônias, de cooperação mútua, onde seus indivíduos são divididos em castas como a dos reprodutores, formado basicamente pelo rei, rainha; reprodutores alados (siriris ou aleluias), a casta dos soldados e a casta dos operários. Os insetos pertencentes a cada casta, são morfologicamente distintos, havendo funções diferentes realizadas dentro da colônia.

Existe mais de 2000 espécies vivas de cupins descritas, sendo que 290 são encontradas no Brasil. Os cupins são, na sua maioria, decompositores de árvores mortas, ajudando consideravelmente na reciclagem de nutrientes ao solo, bem como na aeração destes.

Apenas uns poucos gêneros são considerados pragas no agroecossistema e em áreas urbanizadas, causando elevados prejuízos, atacando árvores vivas (urbanas, reflorestamento, florestas nativas e ornamentação), plantas cultivadas e residenciais, ocorrendo em altas densidades populacionais, coabitando com o homem a procura de alimento.

Cupins Subterrâneos

Os Cupins subterrâneos (Coptotermes havilandiReticulitermes lucifugus) apresentam ninhos mais elaborados que se desenvolvem preferencialmente no solo, interno ou externo a edificação, em madeiras em contato com o solo, em espaços que possam existir no interior das edificações, ou ainda em árvores, onde a umidade do solo, entre outros fatores, facilita a sua instalação.

Esses cupins apresentam grande capacidade de dispersão e a ligação entre a colônia e a fonte de alimento é feita por meio de túneis construídos por estes insetos. O ataque desses cupins é generalizado e não se limita a madeira e seus derivados. Outros materiais tais como tecidos, plásticos, borracha, couro, tijolos de barro, gesso e revestimentos de cabos elétricos também podem ser intensamente atacados por esses insetos, que podem ou não ingerí-los, já que não são utilizados como alimento, sendo eliminados sem serem digeridos.

Métodos de Controle - Cupins subterrâneos

O controle de cupins subterrâneos baseia-se no estabelecimento de uma barreira que impeça a chegada das operárias até as plantas ou mudas. Esta barreira pode ser física ou química, sendo esta última a mais utilizada. Atualmente existem novas propostas de formas de controle, como a utilização de iscas tóxicas.

Barreiras Físicas

As barreiras físicas excluem cupins das edificações por meio de utilização de materiais impenetráveis. Estas barreiras podem ser construídas por partículas uniformes, como é no caso de areia, vidro moído, basalto, ou por telas de aço inoxidável, pois materiais muito grandes ou muito pequenos impedem que os cupins possam transportar este material na construção de galerias. Porém esta técnica não é muito empregada no Brasil.

Barreira Química

A barreira química consiste na aplicação direta de inseticida, no local de infestação ou ao redor dele. Um dos produtos mais utilizados é do grupo organoclorado, o qual possui um alto teor residual, e que devido a essa característica passou a ser proibido seu uso em 1985. No ano seguinte, instalaram-se dois experimentos com inseticidas nas formulações granulada, pó-seco, concentrado emulsionável e pó molhável. As especificações técnicas e seu modo de ação são apresentadas no tópico “inseticidas”.

Iscas

Este método consiste na aplicação em material vegetal como blocos de madeira de inseticida de ação lenta e prolongada, que após ingerir o inseticida o cupim vive o suficiente para chegar ao ninho e transpor o composto a colônia. A importância desta técnica é o uso diminuto de inseticidas para o controle de cupins, sendo assim menos agressivo ao meio ambiente.

Medidas preventivas

O uso de boratos no controle preventivo e curativo desses cupins é relativamente recente. O produto usado é o octaborato dissodico tetrahidratado. Este composto é adequado para ser aplicado na madeira, pois ele é solúvel em água, tem pH neutro, além de não ter cor nem odor. As aplicações de soluções de borato são feitas diretamente na superfície da madeira atacada através de varas sólidas do composto, que são inseridas dentro de buracos perfurados nas estruturas infestadas. Os boratos são compostos persistentes, não voláteis e quando em baixas concentrações são tóxicos aos cupins. Quando utilizado em altas concentrações, eles agem repelindo ou detendo a alimentação desses insetos.

Cupins Arborícolas

Os cupins constituem um grupo extremamente daninho de insetos de madeira, onde escavam galerias, deixando a superfície da casca com espessura de papel. Em florestas eles são comumente encontrados na madeira de árvores cortadas, árvores atacadas ou mortas por coleobrocas (besouros que também atacam madeira) ou pelo fogo, em cepas e outras partes da madeira morta ou em decomposição. As espécies mais comuns no território brasileiro, principalmente Amazônia, são: Neotermes paraensis, Coptotermes niger, Coptotermes testaceus eNasutitermes costalis.

O ataque deste inseto, popularmente denominado cupim-de-cerne, ataca plantas nativas do cerrado e, em outras regiões do Brasil, ataca seringueira e pau-rosa, além de sibipiruna, jacarandá-mimoso, quaresmeira, acácia, ipê, paineira, tipuana e outras. O cupim penetra pelas raízes ou pelas cicatrizes de galhos caídos fazendo galerias ascendentes e, a menos que a madeira tombe pela ação do vento, não é possível verificar o ataque, que só será notado por ocasião do corte.

Métodos de Controle - Cupins Arborículas

A detecção desses cupins no campo não é fácil, pois como o dano é interno e as arvores não apresentam sintomas aparentes, a detecção só ocorre após o dano já ter sido feito. Os métodos de controle dos cupins de cerne são semelhantes ao dos cupins subterrâneos.

Medidas preventivas

As áreas atacadas devem ser mapeadas e cadastradas, para que medidas preventivas possam ser tomadas quando se reforma a área. Apesar de existirem recomendações de controle, como a aplicação de inseticidas líquidos dentro dos troncos ou tocos, estas são de caráter paliativo e temporárias, pois não atingirão a colônia que está no solo. A incorporação e aplicação de inseticida no solo próximo aos tocos atacados é uma medida que necessita maiores estudos, pois o sistema radicular a ser protegido é muito desenvolvido, sendo necessárias altas doses de inseticidas sem a garantia de sucesso.

É recomendada, também, a utilização de práticas culturais como: prevenção de incêndios florestais, desbastes seletivos (retirar árvores danificadas ou doentes), adubações, seleção de espécies mais adaptadas etc.

Cupins de Madeira Seca

Os cupins de madeira seca (Cryptotermes brevis) localizam-se inteiramente dentro da madeira que consomem como alimento, sem a necessidade do contato com o solo. Portanto, o seu ataque caracteriza-se por um problema restrito as peças de madeira infestadas. São encontrados em todos os tipos de edificações e seu ataque ocorre em madeiras com baixo teor de umidade, localizadas tanto nas estruturas quanto em imóveis e peças avulsas. Na natureza ocorrem tanto em árvores em pé, viva ou morta, como em troncos caídos em decomposição.

Métodos de controle - Cupins de Madeira Seca

Para o controle de cupins de madeira seca, primeiramente é preciso ter a identificação correta da espécie infestante, pois a sua infestação é em menor número de indivíduos em comparação aos cupins subterrâneos, entretanto, com o passar do tempo, a proliferação da colônia inicial pode dar origem a varias outras colônias.

Numa infestação desses cupins, o mais difícil é averiguar a extensão da infestação no local. A localização exata da abrangência da infestação é um fator importante para a realização da desinfecção, a averiguação é dotada de vários métodos, os quais incluem: inspeção visual, sondas, olfação canina e uma variedade de aparelhos que verificam o som produzido pelos insetos.

Alguns métodos para o controle de cupins de madeira seca são: tratamento prévio da madeira, fumigação química e por calor e injeção de inseticidas.

Tratamento prévio

O tratamento da madeira por inseticidas é uma medida sensata, tendo em vista que estes inseticidas de tratamento prévio deixam resíduos por um longo período, portanto o tratamento tem ação por um longo tempo. 

Fumigação química

Uma técnica muito utilizada nos EUA é a fumigação, que consiste em isolar externamente a residência com material impermeável geralmente material plástico e aplicar inseticidas na forma gasosa, este tratamento tem a vantagem de atingir a residência como um todo, assim eliminando todos os focos. Esta técnica é utilizada em residências com infestação ampla, porém utiliza substâncias que agridem a camada de ozônio, e seu uso foi banido no ano de 2005.

Fumigação por calor

Outra opção pouco empregada é o tratamento térmico da madeira, o procedimento consiste em elevar a temperatura da madeira para 66ºC por 1 hora e 30 minutos ou por 4 horas em tratamento a 60ºC, e da mesma forma, tratamentos com temperaturas baixas também irão eliminar os cupins, como é o caso da diminuição da temperatura a 10ºC negativos por quatro dias. Esta técnica elimina os cupins, devido ao fato de que os cupins não toleram altas variações de temperatura.

Injeção de Inseticidas

A aplicação de inseticidas nas madeiras infestadas utilizam, atualmente, solventes orgânicos, como é o caso do querosene, que são misturados com inseticidas, pois o emprego de água como solvente acarreta em proliferação de fungos e bactérias dentro da madeira. São feitos furos por onde é aplicado o inseticida e, posteriormente, estes furos são fechados. Este procedimento tem como objetivo alcançar as galerias onde a colônia se encontra.

Medidas preventivas

Uma medida importante é apagar as luzes na época de revoada de aleluias ou siriris, pois estes insetos são atraídos pela iluminação e podem infestar a área domiciliar ou utilizar madeiras como peroba rosa, o jatobá e a maçaranduba, que não são atacadas por cupins, pois seu cerne (porção central do tronco) apresenta compostos químicos que deixam as madeiras imunes a esses ataques.

Inseticidas utilizados para a descupinização para os 3 tipos de cupins

De um modo geral, os inseticidas podem ser usados para os três tipos de cupins. A composição química, modo de ação, aplicabilidade e toxidade de alguns produtos estão descritos a seguir. Vale lembrar antes, que os compostos organoclorados, aldrin, BHC, lindani, pentaclorofenol dentre outros apresentados são proibidos por lei (portaria nº 329, de 02 de setembro de 1985) em todo o território nacional, inclusive sua comercialização. Com exceção de cupinicidas a base de aldrin para o emprego em florestamento e reflorestamento; ao uso dos referidos produtos quando aplicados pelos órgãos públicos competentes, em campanhas de saúde pública de combate a vetores de agentes etiológicos de moléstias; dentre outras exceções que não cabem ao caso dos cupins.

BHC

O BHC age por contato, ingestão e fumigação. Sua fórmula bruta é C6H6Cl6 (hexacloro-ciclo-hexano). O BHC técnico é pó amorfo, volátil, acinzentado ou ligeiramente pardo, insolúvel na água. Apresenta cheiro desagradável que faz lembrar o do mofo.

O BHC do comércio é uma mistura complexa de diferentes substâncias, algumas das quais somente em partes foram identificadas e isoladas na forma pura. A solubilidade nos diferentes solventes orgânicos varia de um para outro isômero. As impurezas que aparecem no composto não têm ação inseticida e dos isômeros apenas o gama se sobressai pelo seu extraordinário poder sobre os insetos. Contudo, esse isômero puro é um pouco menos eficaz se comparado sua utilização juntamente com os outros compostos. Com exceção do isômero gama, os outros isômeros causam sérios inconvenientes, como fitotoxidade, odor penetrante, etc.

O BHC não deve ser usado para combater pestes dos lares, devido ao seu forte e característico cheiro de mofo. Ocorre alteração de gosto de determinadas plantas como batatinha, amendoim, batata-doce, mandioca, couve e frutas e possui um fator tóxico para algumas plantas e efeito acumulativo no solo, o que limita o seu uso.

É usado em polvilhamento, pulverização aerossóis. No comércio são encontrados os seguintes produtos: a) pó: com 1; 1,5; 2; 3; 9 e 12% de isômero gama; b) marcas comerciais: Benzefós, Benzenex, Hexason e outros.

Aldrin

O Aldrin age por contato, ingestão e fumigação. Sua fórmula bruta é C12H8Cl6 (hexacloro-hexahidro-endo). O aldrin técnico é uma substancia sólida, cristalina, um pouco volátil, mas solúvel em quase todos os solventes orgânicos. É estável em ambientes alcalinos e meios ácidos, porém, o calor diminui o poder residual, ou seja, quanto mais alta a temperatura, menos tempo permanecerá o aldrin sobre as plantas.

O composto é usado em polvilhamento, pulverização, pó e iscas. As concentrações utilizadas em cada um são: a) Pó: tem 2,5; 5; 50 e 75% de aldrin técnico. Nas duas porcentagens mais baixas recomenda-se para tratamento de solo em polvilhamento de plantas, já as duas últimas destinam-se a fins industriais; b) Pós molháveis: tem 40% de aldrim. Devem ser diluídos na água de modo que as suspensões tenham de 0,04% a 0,12% da substância; c) Concentrados emulsionáveis: em de 40 a 50% de aldrin, sendo muito mais comuns as formulações de 40%. Em pulverização, as emulsões também são regadas de 0,04% a 0,12%; d) Iscas granuladas: de 0,5 a 0,75% de aldrin.

Sua ação é lenta, não é fitotóxico quando usado em doses normais, a não ser para as curcubitáceias, que podem sofrer queimaduras. Com relação ao homem e a outros animais o aldrin é bastante tóxico por via oral.

Pentaclorofenol

Sua fórmula bruta é C6HCl5O. Quando puro é cristalino e incolor. O produto técnico aparece sob a forma de pó ou agulhas cinzento escuras. Praticamente insolúvel em água e solúvel em muitos solventes orgânicos e não inflamável e não corrosivo para os metais, exceto possivelmente na presença de umidade. Quando dissolvido em óleo, a solução pode danificar rapidamente a borracha. Os produtos devem ser pincelados na superfície da madeira não pintada ou não envernizada. O inseticida tem notável poder de penetração e tem efeito curativo e preventivo, porém, tem caráter fitotóxico e irrita a pele.

Dursan

O modo de ação do inseticida se dá por contato, ingestão, fumigação e ação de profundidade. Sua fórmula bruta é C9H11Cl3NO3PS. O produto técnico aparece sobre a forma de cristais brancos; é solúvel na cetona, benzeno, clorofórmio, etc. e insolúvel na água, sendo estável em condições normais de armazenagem. Também apresenta estabilidade em formulações aquosas neutras ou ácidas levemente acima da temperatura normal; a instabilidade, por sua vez, aumenta com a temperatura e em meio alcalino. A absorção na pele é insignificante, não oferecendo problema, no entanto, causa leve irritação nos olhos.

Lindane

O modo de ação do inseticida se dá por contato, ingestão e fumigação. Sua fórmula bruta é C6H9Cl6. É uma substancia sólida, branca, cristalina, solúvel no benzeno acetona e outros solventes. A produção do lindane é de real interesse, pois é um inseticida com 99%, no mínimo, de isômero gama do BHC (composto organoclorado de notável poder inseticida). Ou seja, possui algumas vantagens como: a) não tem odor desagradável, o que possibilita seu uso nos lares; b) em geral, não altera o gosto e odor das plantas e frutos polvilhados ou pulverizados; c) tem ação fitotóxica mais baixa; d) tem menor efeito acumulativo no solo; d) é monos prejudicial as bactérias e outros microorganismos.

Clordane ou Octaclorado

O modo de ação do inseticida se dá por contato, ingestão e fumigação. Sua fórmula bruta é C10H6Cl8. O clordane técnico é liquido escuro, cor de âmbar, muito viscoso, de cheiro agradável, semelhante a cedro; insolúvel em água, mas solúvel nos solventes orgânicos comuns (querosene, xilol, óleos miscíveis, éteres, ésteres, etc.). Pode ser usado em polvilhamento e pulverização. Sendo que os de polvilhamento são geralmente comercializados em 5% ou 10% para pó, ou 40% ou 50% para pós molhados.


Em todo caso basta contratar uma equipe profissional para realizar a descupinização.
Estamos aqui para te ajudar.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Dedetizadora - como optar por uma ?

Dedetização, Refrigeração e Serviços gerais


Muitas pessoas são atraídas a abrir uma  dedetizadora, pensando no baixo investimento que terão e pelo amplo mercado que esse serviço oferece.

O que ocorre muito nesse mercado são funcionários de dedetizadoras se lançarem a ter sua própria empresa dedetizadora, talvez impulsionados pelos “polpudos” valores que no final de um dia de serviço recebem e entregam à empresa onde trabalham.

Porém, como em todo o negócio, uma dedetizadora não foge à regra, visto que por trás do recebimento de um serviço existe o custo operacional e, levando-se em conta tratar-se de uma dedetizadora, são vários: manutenção periódica dos veículos, aquisição de produtos inseticidas pelos mais renomados fabricantes, treinamento de sua área técnica operacional, uniformes, equipamentos condizentes com o manuseio desses inseticidas, impostos entre muitos outros.

Com o tempo,  a ilusão de ganhos “polpudos” vai por “água a abaixo”, se a empresa dedetizadora além dos mencionados cuidados acima, não se atentar para o fato de que a mão de obra desse serviço é fundamental sobre vários aspectos: qualidade da execução, conhecimento das pragas e principalmente o fato de não se tratar de um produto a ser entregue e sim um funcionário da dedetizadora que estará adentrando numa residência ou empresa, sendo que se houver qualquer incidente a responsabilidade recairá sobre a empresa.

Então, na hora de escolhermos uma dedetizadora, como optar ?

Se levarmos em consideração uma dedetizadora que atua no mercado há algum tempo é um fator relevante na escolha, pois como sabemos empresas prestadoras de serviço estão mais sujeitas às reclamações e ações indenizatórias por prejuízos causados pelos mais diversos tipos, e ninguém sobrevive muito tempo com tamanho prejuízo. Porém não podemos descriminar as novas empresas, lembrando-nos que as dedetizadoras renomadas de hoje foram novas um dia.
  
Fatores como licença de funcionamento junto aos órgãos oficiais, carros adesivados, profissionais uniformizados, equipamentos adequados para a utilização do serviço, além é claro de obtenções de informações junto a órgãos como o Procon, nos ajudam na escolha.

As dedetizadoras, de uma forma geral, possuem técnicos altamente especializados que, quando de uma visita orçamentária, conseguem rapidamente visualizar o foco da praga, bem como os produtos corretos a serem utilizados para o extermínio da mesma, além de avaliarem dados importantes sobre as pessoas que convivem nesse ambiente, como: se tem pessoas alérgicas, crianças, animais, situação esta que requer alguns cuidados especiais, demonstrando, portanto, seriedade e conhecimento por parte da empresa dedetizadora.


Outro fator importante é o tão falado “boca-a-boca”, são indicações de amigos e parentes. Essas indicações são gratificantes não só para as dedetizadoras mas para a sociedade como um todo. Nenhuma empresa consegue sobreviver por muito tempo sem que ocorra essa tão especial ferramenta de marketing. Porém, do lado oposto (insatisfação), os danos podem ser irreparáveis.

CONTROLE DE PRAGAS EM ESCOLAS, FACULDADES E UNIVERSIDADES

O Controle de Pragas em escolas e instituições de ensino, são de fundamental importância, pois além de atender as exigências de Legislaçõe...